sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

MALETA DA LEITURA


Tendo em
vista a fundamental importância do leitor, o projeto “maleta da leitura”, tem
como objetivo incentivar o hábito de ler e estimular a criatividade dos
estudantes. Além de estimular a criatividade e criar o hábito e o gosto
pela boa leitura. O projeto, implantado na Escola de Educação Infantil e Ensino
Fundamental Intentus, na cidade de Paranavaí-PR, visa também desenvolver a
linguagem oral e escrita dos estudantes, de modo a ampliar o vocabulário, o
repertório lingüístico, incentivar a reflexão e o posicionamento crítico
perante uma leitura, objetivando culminar na sistematização e no prazer do ato
de ler diferentes tipos de texto de acordo com a faixa etária, neste caso,
alunos de 7 a 8 anos.


Denominado “Maleta da Leitura”, o projeto constitui-se basicamente no
incentivo da leitura, escrita e criatividade dos alunos, por meio da utilização
de uma maleta, juntamente com um caderno de registros. A maleta de leitura é
constituída por diferentes tipos de textos entre eles, revistas destinadas ao
publico infantil, gibis, livros de literatura infantil, livros de receitas,
passatempos, e um jogo da memória. A cada dia, um aluno leva a “Maleta da
leitura” para casa, e a apreciação é realizada até o dia seguinte. No segundo
semestre a “maleta da leitura” será apreciada pelo aluno com o mesmo prazo,
juntamente com um caderno de registros, onde o aluno escolhe um texto ou livro
da maleta, e relata a sua apreciação no caderno de registros. Além disso, o
aluno deverá preparar de forma criativa, uma apresentação desse livro ou texto
para socializar suas aprendizagens com a turma. Essas apresentações ocorrerão
todos os dias nos últimos quinze minutos de aula.


“O livro é aquele brinquedo, por incrível que
pareça, entre um mistério e um segredo, põe idéias na cabeça”.

--
Para ver a página da comunidade 'Andreia Dedeana', acesse: http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=61700141&mt=7

Do blog http://andreiadedeana.blogspot.com
A arte de conviver
Uma das funções da escola é de possibilitar a convivência, o relacionamento. Na escola, conhecemos novas pessoas, fazemos amizades, compartilhamos experiências de vida. Este é também um aspecto importante da vida, uma vez que isolados, nada somos.
A propósito da convivência: dois amigos numa joalheria, examinavam pedras de grande valor. Um deles, notando uma delas sem brilho, perguntou: - Porque está aqui esta pedra, entre tantas de valor? Ela não tem atrativo algum. Sem responder, o outro a ocultou um instante na mão. Momentos depois, com surpresa, o amigo viu que a pedra se transfigurava esplendidamente: todas as cores do arco-íris nela resplandeciam. - É opala, explicou o amigo, uma dessas pedras que se chamam simpáticas, porque o calor da mão irradia para elas toda vida que pareciam não ter.
É de se pensar. Na escola, na convivência do dia-a-dia, muitos mostram o seu valor com facilidade, são pessoas extrovertidas, comunicativas, fáceis de conviver, destacam-se, todas as conhecem. Mas existem aqueles dos quais precisamos nos aproximar, "pegar com as mãos", aquecer com o calor da nossa amizade e atenção, e aí também eles mostrarão seu imenso valor.
Precisamos tomar consciência do papel da convivência, para que a escola cumpra a função de contribuir para a realização de cada um.

Etevaldo Vieira de Melo

Dinamica para inicio das aulas

Essa dinâmica mostra que nem sempre a gente conhece bem quem está do lado, nosso conhecimento é muito limitado e restringe-se ao ambiente em que estamos.

Essa dinâmica é muito útil para mim porque quando dou as aulas de inglês ou espanhol procuro inserir o que estou ensinando à realidade do aluno. É importante saber do que eles gostam e o que fazem fora da escola para tornar a aula mais interessante e também mostrar de forma objetiva como usar em seu cotidiano o que estão aprendendo.

Entrego um pedaço de papel a cada aluno e digo que terão que escrever nele 3 frases sobre si mesmos, sendo que uma delas será falsa. Mas não devem escrever coisas óbvias como 'tenho olhos verdes' e sim coisas que os amigos saberiam sobre ele, como 'já fui ao Japão', por exemplo.

Peço a eles que coloquem o nome e escrevam as 3 frases (e é claro que eu vou guardar esses papéis para uso posterior quando for preparar as aulas), depois eles me entregam todos. Escolho um papel aleatoriamente e leio a primeira frase, perguntando de quem é. A classe vai dando seus palpites e instruo os alunos que quando identificaram o que escreveram disfarcem e também digam que acham que é do Fulano.

Anoto na frente da frase o nome de quem a maioria da classe achou que era o dono e escolho outro papel. Vou lendo as primeiras frases de cada um, depois começo a ler a segunda e por fim a terceira frase, sempre anotando na frente da frase de quem a classe achou que era.

No final todos já estão ansiosos e eu leio a frase e digo: essa que vocês acharam que era do Fulano na verdade é da Sicrana. E faço algumas perguntas sobre a frase à aluna. Vou fazendo isso até terminar e depois pergunto aos alunos o que acharam da brincadeira.

Eles normalmente acham divertido porque ficam sabendo mais sobre os colegas e também ficam surpresos por saber relativamente pouco sobre eles.

Eu já tive grandes surpresas com essa brincadeira, uma vez uma aluna escreveu 'já tive uma parada cardíaca' e todos achamos que a frase era falsa mas era verdadeira, depois pedi a ela que contasse como isso aconteceu. Outra aluna escreveu 'já viajei de avião 63 vezes' e também era verdadeira.

Se inscreva no meu grupo de atividades:

http://groups.google.com/group/brincandocomaspalavraseli

Visite meus DVs:http://www.4shared.com/dir/19439703/e43b65af/sharing.html
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Visite meus blogs:http://cantinhoinfantiltialane.blogspot.com (EDUCAR É TUDO)
http://brincandocomaspalavras1.blogspot.com/

Professora Eliane Reis Pera

Mensagens recebidas do grupo andreiadedeana@yahoogrupos.com.br

Recomeçar
Sempre é tempo de recomeçar.
Em qualquer situação podemos abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos.
Renovar o nosso compromisso com a vida e assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade.
Não importa quem te feriu, o importante é que você ficou.
Não interessa o que te faltou, tudo pode ser conquistado.
Não se ligue em quem te traiu, você foi fiel.
Não se lamente por quem se foi, cada um tem seu tempo.
Não reclame da dor, ela é a conselheira que nos chama de volta ao caminho.
Não se espante com as pessoas, cada um carrega dentro de si, dores e marcas que alteram o seu comportamento, ora estamos felizes e transbordamos de alegria e paz, ora estamos melancólicos e só queremos ficar sozinhos...
O mundo está cheio de novas oportunidades, basta olhar para a terra depois da chuva. Veja quantas plantinhas estão surgindo, como o verde se espalha mais bonito e forte depois da tempestade.
As portas se abrem para os que não tem medo de enfrentar as adversidades da vida, para os que caíram, mas se levantam com o brilho de vitória nos olhos.
Todo o caminho tem duas mãos, uma que seguimos ainda com passos inseguros, com medo, porque não sabemos ainda o que vamos encontrar lá na frente, na volta, mesmo derrotados, já sabemos o que tem no caminho, e quando um dia, resolvemos enfrentar os nossos medos e fazer essa viagem novamente, somos mais fortes, nossos passos são mais firmes, já sabemos onde e como chegar ao destino, o destino é a vitória, o seu destino é ser feliz, eu creio nisso, e você?
Você está pronto para recomeçar?
O caminho está a tua espera, pé na estrada, coloque um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila, a vida se enche de novidades para os que se aventuram na viagem que conduz a verdadeira liberdade.



SE VOCÊ É...
Se você é um vencedor,
terá alguns falsos amigos
e alguns amigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco,
as pessoas podem enganá-lo
Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir
Alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz,
As pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você,
mas isso pode nunca ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja você que, no final de tudo
Será você ...e Deus.
E não Você... e as pessoas!

Madre Tereza de Calcutá


A LIÇÃO DA BORBOLETA
Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme
ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através
daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o
restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo
estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo.
Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria como a borboleta. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar...
Que a vida seja um eterno desafio, pois só assim voar será realmente possível.


(autor desconhecido)


O APELO
Não tenha medo de ser firme comigo, prefiro assim. Isto faz com que eu me sinta mais seguro. Não me estrague, sei que não devo ter tudo que quero, só estou experimentando você.
Não deixe que eu adquira maus hábitos, dependo de você para saber o que é certo ou errado. Não me corrija com raiva, aprenderei muito mais se me falar com calma e em particular. Não me proteja das conseqüências de meus erros, às vezes eu prefiro aprender pelo caminho mais áspero.
Não leve muito a sério as minhas pequenas dores, necessito delas para obter a atenção que desejo. Não seja irritante ao me corrigir, se assim fizer eu poderei fazer o contrário do que me pede. Não me faça promessa que não poderá cumprir depois, lembre-se que isto me deixará profundamente desapontado.
Não ponha a prova a minha honestidade, sou facilmente tentado a dizer mentiras.Não se mostre para mim como uma pessoa perfeita e infalível, ficarei extremamente desapontado, chocado quando descobrir algum erro seu. Não diga que meus temores são bobos, mas, sim, ajude-me a compreendê-los.
Na diga que não consegue me controlar, eu julgarei que sou mais forte que você. Não me trate como uma pessoa sem personalidade, lembre-se que tenho meu jeito próprio de ser. Não se esqueça que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo, não queira me ensinar tudo, mas também, não desista de me ensinar, mesmo que eu pareça não estar aprendendo.

*Pois no futuro você verá em mim o fruto que plantou.

*Desconheço o autor


Nossos sonhos
Sonhamos com o dia em que todas as crianças tenham lares felizes para morar, proteção, amor, estudo e muitos sonhos para realizar.
Com uma família fantástica ao lado para amar
Que aprendam o valor da amizade, de cada minuto da vida
E que jamais esqueçam disso na idade adulta!
Acreditamos que ser criança é isso: jamais perder a fé em Deus (independente de religião), a esperança, o encantamento pela vida (ela é um presente e tem muitos momentos de festa), valorizar o outro e acreditar nele - os adultos têm medo, às vezes, de fazê-lo
Acreditar sempre, eternamente nos sonhos e em si mesmo!
Que todos possamos deixar a criança que existe dentro de nós viva para sempre!

Chris Angelotti
PROJETO: REESCRITA DE CONTOS DE FADAS

Objetivo didático: Trabalhar com a reescrita de contos de fada, promovendo situações de revisão da linguagem escrita, ortografia e pontuação.





Objetivo compartilhado com as crianças:Produzir um livro de reescritas de contos de fada e uma fita cassete com as histórias recontadas pelo grupo para doar à biblioteca da escola.





*aproximar-se da linguagem escrita desse gênero(contos de fadas);
*adquirir fluência nos recontos;
*de reescritas coletivas, em duplas e individuais, com entusiasmo e prazer, respeitando a opinião e participação dos colegas;
*reescrever contos, considerando a estrutura específica desse gênero lingüístico;
*compreender o propósito comunicativo da ortografia e da pontuação, utilizando com certa autonomia seus recursos (listas de palavras e de regras elaboradas pelas crianças, dicionário);
*revisar seus próprios textos (coletiva e individualmente), utilizando recursos estabelecidos com todo o grupo (asteriscos numerados, bilhetes de revisão e destaque de palavras por cores);
*confeccionar ilustrações para cada conto; refletir sobre a importância de cada etapa da escrita de um livro (sumário, prefácio, apresentação, paginação etc.).






Etapas de Trabalho:
*Escrita de listas de contos de fada conhecidos.
*Seleção dos contos preferidos pela classe.
*Situações de revisão de textos bem escritos.
*Recontos em grupos e, posteriormente, individuais.
*Gravação da fita de recontos (distribuição e divulgação pela escola).
*Reescritas coletivas com revisões.
*Reescritas em duplas.
*Discussões sobre a importância das ilustrações.
*Confecção de ilustrações.
*Reescritas individuais (com roteiro sobre as partes importantes da história).



*fonte: Revista Avisa Lá
Biblioteca de sala, como organizar o espaço de leitura
Bloco de Conteúdo
Língua escrita


Conteúdo
Leitura


Introdução
Para que uma criança possa constituir-se enquanto leitora, de forma a
fazer da leitura uma parte querida e importante de sua vida, é preciso
que ela tenha a oportunidade de conviver com livros e leitores,
compartilhando práticas de leitura. Algumas das crianças têm essa
convivência assegurada na sua vida familiar, mas muitas dependem da
escola para ter acesso a ela. Esse projeto institucional de leitura é
pensado para garantir as condições para que essa convivência ocorra.


Para isso, ele se divide em duas partes: a primeira trata de como
instituir atividades habituais de leitura a fim de que a biblioteca de
sala efetivamente se constitua como um espaço de convivência entre
leitores:


- Organizando a biblioteca de sala.
- Instituindo o empréstimo de livros para leitura em casa.
- Preparando-se para atuar como modelo de leitor.


E uma segunda parte, com propostas de rodas de comentários e indicação
de leituras e de círculos de leitura:
- Conversando sobre livros: as rodas de biblioteca.
- Trabalhando com círculos de leitura.


Organizando a biblioteca de sala


1. Seleção dos livros:
Sendo a biblioteca de sala o espaço privilegiado em que as crianças
poderão conviver com livros e leitores, a escolha do acervo é um passo
importantíssimo. No contexto da escola pública, esse acervo é parte de
um conjunto maior: o dos livros da escola ou o dos livros da
biblioteca escolar. Por isso, é fundamental que conhecer bem para
fazer suas escolhas. Também é importante que a equipe de professores
da escola explore coletivamente esse acervo e troque ideias sobre boas
escolhas de livros tendo em vista o que conhece sobre as preferências
leitoras da faixa etária com a qual trabalha.


Tendo em mente que novos leitores são formados na interação com
leitores experientes e materiais de leitura de qualidade, os livros
escolhidos para a biblioteca de sala devem ter o potencial de ampliar
o universo leitor das crianças, ou seja, devem contemplar diferentes
gêneros, conter livros de variada extensão, de autores nacionais e
estrangeiros, clássicos e contemporâneos, pensados para o público
infantil e pensados para o público em geral e apresentados em variados
portadores. Além disso, sempre que possível, é interessante que alguns
livros desse acervo sejam escolhidos pelas crianças.


2. Organização do acervo:
Selecionado o acervo, a próxima etapa é apresentar esses livros às
crianças para organizá-lo. A organização e o cuidado com o acervo
devem ser tarefas compartilhadas com as crianças, estabelecendo
coletivamente critérios para a classificação dos livros (por exemplo,
etiquetas vermelhas para livros de contos, verdes para livros que
falem sobre curiosidades dos animais, separar livros de uma mesma
coleção etc.). Também devem ser compartilhados os cuidados e o
compromisso com a conservação do acervo. É importante ressaltar que
quanto mais as crianças estejam envolvidas com a organização dele e
sejam apresentadas as leituras que as encantam, maior é o compromisso
que elas passam a ter com a conservação dos livros, já que lhes foi
possível atribuir sentido a práticas de leitura e ao uso desse objeto
tão especial que é o livro.


3. Escolha do espaço:
O espaço onde ficam os livros deve ser organizado de forma a convidar
à leitura: livros acessíveis, visíveis, num espaço da sala onde as
crianças possam se sentar para ler, compartilhar a leitura de um livro
com um amigo.


4. Renovação do acervo:
É importante que o acervo da biblioteca de sala seja periodicamente
renovado a fim de que as crianças possam encontrar novas histórias,
novos autores e gêneros. A oportunidade de se defrontar com o novo, de
se surpreender, de fazer novas descobertas é algo fundamental para
criar o hábito da leitura. Uma boa solução para isso é fazer o rodízio
do acervo entre as salas da escola a cada dois ou três meses.


Preparando-se para atuar como um modelo de leitor
Não basta o acesso aos livros. O essencial é conviver com leitores e
poder compartilhar de suas práticas. Delia Lerner, nos coloca que
“realmente, para comunicar às crianças os comportamentos que são
típicos do leitor, é necessário que o professor os encarne em sala de
aula, que proporcione a oportunidade a seus alunos de participarem em
atos de leitura que ele mesmo está realizando, que trave com eles uma
relação de leitor para leitor”.


Assim, por meio da mediação do professor, a criança atribui
significado às diferentes práticas de leitura, desenvolve gostos e
preferências quanto a autores e gêneros, cria laços afetivos com
livros e histórias e vai começando a ver a si mesma como uma leitora.


E o professor é aquele que, ao compartilhar motivos, estratégias e
interesses, abre para as crianças as portas do mundo maravilhoso da
literatura e da poesia e mostra como ler e escrever são instrumentos
importantíssimos para interagir em sociedades como a nossa. Ele faz
isso quando compartilha com as crianças, lendo para elas uma notícia
que o espantou ou lhe despertou a curiosidade; quando procura junto
com as crianças, em livros ou enciclopédias, respostas para temas que
interessam sua turma; quando lê um poema que o emocionou; quando
apresenta um livro de um autor que considera especial e divide a
leitura dele com seus alunos.


Esse papel do professor como um leitor experiente que compartilha sua
prática com as crianças é tão mais essencial quanto menores elas
sejam, mas nunca deixa de ser importante. Mesmo quando os alunos já
sabem ler, o professor é aquele que apresenta novos gêneros, livros
mais extensos, novos autores, pois esses momentos de leitura
compartilhados com o professor são um dos grandes trunfos que temos à
mão para evitar que o fascínio que os pequenos tinham pela leitura e
seu desejo de ler não desapareçam ao longo da escolarização, como,
infelizmente, muitas vezes vemos acontecer.


Assim, é fundamental que se preparar para exercer esse papel, lendo
previamente os livros cuja leitura irá compartilhar com as crianças,
pensando em que comentários e relações ele pode compartilhar,
planejando como irá apresentar o livro, que boas questões podem animar
uma conversa coletiva sobre a leitura (a esse respeito, veja o próximo
item).


Instituindo o empréstimo de livros para leitura em casa
A pesquisadora espanhola Tereza Colomer certa vez, em uma de suas
palestras em São Paulo, fez a seguinte analogia para tratar da
formação do leitor: para ser leitor, é preciso muitas horas de
leitura, da mesma forma que para ser um piloto de avião é necessário
muitas horas de voo antes de tirar o brevê. Ela explicou que são
necessárias variadas experiências de leitura, continuadas ao longo do
tempo, para que se desenvolvam preferências para que a leitura se
torne crítica e para que ela se transforme numa parte importante da
vida de determinada pessoa. Assim, o empréstimo de livros da
biblioteca da escola ou de sala é essencial para multiplicar as
oportunidades de leitura possíveis para cada uma das crianças, pois,
além das situações de leitura propostas na escola, um novo espaço se
abre: ler livros de sua própria escolha em casa, compartilhando essa
leitura com a família.
Mais sobre Leitura


ESPECIAIS


Ler em todas as disciplinas
Tudo sobre Alfabetização
PLANOS DE AULA


Ciranda Literária, troca de indicações de leitura
Sessões simultâneas de leitura de contos
Biblioteca de sala, como organizar o espaço de leitura
Rodas de leitura, conversas sobre livros
Círculos de leitura
VÍDEOS


Projeto Entorno 2008 - Parte 1: Em busca de novos leitores
Projeto Entorno 2008 - Parte 2: Ciranda de Leitura
Projeto Entorno 2009 - Parte 1: Incentivo à leitura
Projeto Entorno 2009 - Parte 2: Sessões Simultâneas de Leitura
FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogic...
TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO PARA QUEM ESTÁ INICIANDO NESSE CAMPO



(Repassando...)


Auxílio com séries iniciais.

Passo-a-passo para os novatos:



Bem, vamos por parte. Vou colocar como trabalho na primeira semana.
Me apresento, apresento a escola (todos os espaços e as pessoas que neles trabalham explicando o que cada um faz) dou enfase aos sanitários (explico também como usar para não sujar) e o local onde se alimentam (mostrando onde colocar os talheres e vasilhas da escola, onde por o lixo, lavar as mãos).
Retornando a sala cada um se apresenta, diz o que espera da escola, o que gosta, o que não gosta e outros detalhes que acharem importante. Isso é feito na roda de conversa, eu costumo sentar as cças em círculo para que possam ver a todos e interagir melhor (pode ser no pátio, na quadra, num espaço qualquer da escola e se não for possível sair faça dentro da sala mesmo dispondo as cadeiras em círculo.
Depois, em sala de aula eu faço a leitura de uma obra infantil voltada para o trabalho com a diversidade e o convívio. Leio cada dia um livro durante uma semana (nos outros dias os livros e textos são variados e de gêneros diferentes).
Discutimos os combinados, eu assumo o papel de escriba e coloco os mesmo em forma de lista na lousa. No dia seguinte entrego uma cópia digitada para cada cça. Eles colam no caderno de leitura e, se não tiver vc pode colocar no caderno de classe mesmo.
Começo o trabalho propriamente dito com o alfabeto e o trabalho com os nomes das crianças. Faço fitas de cartolina com os nomes de cada um e em grupo colamos os mesmos em ordem alfabética separando meninas de meninos. Essa chamadinha fica fixada na parede da sala e servirá como fonte de pesquisa para escreverem outras palavras.

Atividades permanentes que uso

1-trabalho com o alfabeto
Todos os dias cantamos a parlenda suco gelado:
SUCO GELADO
CABELO ARREPIADO
QUAL É A LETRA DO SEU NAMORADO
A-B-C-D-E...... sempre apontando as letras no alfabeto que deve ser fixado acima do quadro negro.
Primeiro vamos na sequência e depois saltando. Cada dia um aluno vai apontar as letras no alfabeto para a sala ir falando.
Faço esse tipo de atividade até que todos sejam capazes de reconhecer e nomear todas as letras e saber a sequência alfabética.


2-Trabalho com o calendário
Trabalhamos o dia do mês
o ano
o mês
que dia ou mês vem antes ou depois de...
trabalhamos o clima desenhando, abaixo de cada quadrinho com o dia do mês, como está o tempo e no final do mês fazemos tabelas e gráficos: quantos dias chuvosos, nublados, ensolarados
Trabalhamos primeiro dia da semana, os nomes dos dias (é bom fazer um cartaz com um nome abaixo do outro na ordem, e fixar na parede, fazer também um de números com as escritas por extenso dos mesmos e um com os meses do ano - Esse material é necessário, eles usam como suporte para a escrita autonoma).

3_ Leitura pelo professor
3 vezes por semana eu leio, no início da aula, um livro, uma receita, um poema, uma música, ou seja, uso variedade textual, vários gêneros e autores. Cada vez uso uma estrátegia diferente para prender a atenção dos mesmos (mudo o tom de voz para cada personagem, faço mistério, deixo para ler o final depois, pergunto o que acham que vai acontecer depois de certa parte do livro (instigo de forma que leiam as entrelinhas, o implícito e o explicito). Faço também leitura por capítulos.

4 Leitura compartilhada
Faço duas vezes por semana. Os alunos acompanham a leitura na cópia que recebem. É bom trabalhar com textos de memória, cantigas, trava línguas...... Depois da leitura colam no caderno de texto ou outro.
Você também pode aproveitar o texto para fazer a leitura de ajuste onde pede para encontrarem e grifarem as palavras que vc pedir.

5- Roda da conversa
Uma vez por semana, com as cças dispostas em círculos, discutimos fatos ocorridos na escola, no bairro, no mundo. Falamos sobre sentimentos, sobre assuntos ligados à ciência, consumo, ética, convivência, fatos históricos...

6-Roda literária
Todo final de semana as cças levam gibis, livros ou revistas para leitura e para compartilhar o prazer da mesma com os familiares.
Então, na segunda feira , fazemos a roda literária onde os alunos fazem indicações do que leram. Leiam esse livro porque.. Eu indico esse livro porque... Ou não indico essa leitura porque.... Eles fazem um breve resumo da obra (oralmente)

7- Fazendo a contagem de alunos
Contamos as crianças que estão na sala e fazemos a conta, no canto da lousa, para descobrirmos quantos alunos faltaram.

O QUE ACHO IMPORTANTE TER EXPOSTO NAS PAREDES DA SALA:

ALFABETO SEM GRAVURAS - acima da lousa

CALENDÁRIO DO MÊS

OS DIAS DA SEMANA

MESES DO ANO

NUMERAIS E SUAS ESCRITAS

CHAMADINHA DIVIDIDA EM MENINOS E MENINAS NA ORDEM ALFABÉTICA E COM UMA FIGURA DO MENINO E UMA DA MENINA ACIMA DA FILEIRA DE NOMES

OS TEXTOS DE MEMÓRIA QUE VC FOR TRABALHANDO

AS LISTAS QUE VCS FOREM TRABALHANDO

ATIVIDADES QUE ACHO FUNDAMENTAIS NO TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO:

Escrita e leitura de listas (palavras do mesmo campo semântico. Exemplo: Tem na festa de aniversário (para oferecer pistas aos alunos de forma que façam antecipações de leitura por exemplo)

Leitura de ajuste de textos de memória (que são cantigas, parlendas, trava línguas, quadrinhas) Cante com eles várias vezes até que note que decoraram o texto.
Você lê apontando com o dedo na lousa, eles acompanham na cópia que eles tem.
Em seguida vc fala a palavra e eles precisam encontrar na cópia do texto que tem em mãos

Reescrita de textos de memória
Depois de memórizado o texto mediante cantar várias vezes o aluno vai escrever o texto.
Você pode trabalhar essa atividade com as duplas produtivas.

Reescrita de contos, ou reconto: Pedir, de início, que escrevam a parte que mais gostaram, que escrevam a cantiga que aparece no conto, que escrevam o início ou o final...
Ao trabalhar com contos procure relacionar junto com eles as várias formas usadas para iniciar um conto, para finalizar os mesmos, liste personagens, liste cenários, heróis, vilões... Isso será fundamental que quando produzirem textos de autoria e mesmo para a reescrita.
Esse traballho pode ser feito de diferentes formas: no coletivo (eles vão ditando e vc é o escriba, discuta com eles a melhor forma de escrever para deixar o texto mais bonito), em duplas produtivas ou individualmente. Depende de seu objetivo e do nível de conhecimento as cças.

Cruzadinhas e caça palavras (sempre no mesmo campo semântico, com ou sem banco de palavras de acordo com o nível de escrita de cada aluno) em dupla ou individualmente

Leitura e interpretação com autonomia Para alunos em nível silábico alfabético e alfabético

O QUE ACHO FUNDAMENTAL

Que os alunos tenham oportunidade de comparar sua leitura e escrita com a leitura e escrita dos demais e, para tanto, há que ter socialização de conhecimentos.

Que o professor trabalhe, o tempo todo, a auto estima, auto imagem, tolerância, virtudes, ética....

Que o professor faça intervenções pontuais durante a execução das atividades para que os alunos progridam. Perguntar se não está faltando ou sobrando letra por exemplo, pedindo que o alunos leia apontando com o dedo para ver onde está faltando ou sobrando letra, por exemplo.

Que o professor respeite o tempo e ritmo de cada cça.

Que o aluno veja no professor alguém em quem ele pode confiar, um amigo que o respeita e jamais o exporá diante da sala, não o comparará com outros, não causará nenhum constrangimento e lhe dará orientações importantes para que siga com confiança na construção de seus conhecimentos.

Que o professor consiga um clima de respeito, amizade e solidariedade na sala.

Que as atividadade não sejam voltadas para o siga o exemplo, para atividades infinitas de memorização ( recrimino a decoreba não o trabalho com memorização) e que tragam desafios que os alunos sejam capazes de resolver (não fáceis que ele faça sem pensar, nem tão difíceis que ele não consiga resolver).

OS CANTINHOS QUE CREIO IMPORTANTES TER EM SALA DE AULA

CANTINHO DA LEITURA: gibis, livros, revistas, textos impressos de forma geral (folhetos, propagandas...também) tudo separadinho de forma atrativa (tenho um expositor de revistas na sala, uma caixa com os livros e outra com textos variados)

CANTINHO DA GEOGRAFIA: com um globo e mapas que as cças podem manusear e também maquetes que eles produzem

CANTINHO DOS DICIONÁRIOS: onde eles podem pegar o dicionário para procurar palavras ou mesmo manusear e ler a vontade

CANTINHO DOS JOGOS DIDÁTICOS: onde eles tem acesso a joguinhos fabricados ou mesmo feitos com sucata por eles mesmos ou pela professora.

Eles usam os cantinhos livremente quando terminam as atividades ou quando necessário. Sempre precisam manter os mesmos organizados.

--
Cristiane Watzeck


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TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO PARA QUEM ESTÁ INICIANDO NESSE CAMPO



(Repassando...)


Auxílio com séries iniciais.

Passo-a-passo para os novatos:



Bem, vamos por parte. Vou colocar como trabalho na primeira semana.
Me apresento, apresento a escola (todos os espaços e as pessoas que neles trabalham explicando o que cada um faz) dou enfase aos sanitários (explico também como usar para não sujar) e o local onde se alimentam (mostrando onde colocar os talheres e vasilhas da escola, onde por o lixo, lavar as mãos).
Retornando a sala cada um se apresenta, diz o que espera da escola, o que gosta, o que não gosta e outros detalhes que acharem importante. Isso é feito na roda de conversa, eu costumo sentar as cças em círculo para que possam ver a todos e interagir melhor (pode ser no pátio, na quadra, num espaço qualquer da escola e se não for possível sair faça dentro da sala mesmo dispondo as cadeiras em círculo.
Depois, em sala de aula eu faço a leitura de uma obra infantil voltada para o trabalho com a diversidade e o convívio. Leio cada dia um livro durante uma semana (nos outros dias os livros e textos são variados e de gêneros diferentes).
Discutimos os combinados, eu assumo o papel de escriba e coloco os mesmo em forma de lista na lousa. No dia seguinte entrego uma cópia digitada para cada cça. Eles colam no caderno de leitura e, se não tiver vc pode colocar no caderno de classe mesmo.
Começo o trabalho propriamente dito com o alfabeto e o trabalho com os nomes das crianças. Faço fitas de cartolina com os nomes de cada um e em grupo colamos os mesmos em ordem alfabética separando meninas de meninos. Essa chamadinha fica fixada na parede da sala e servirá como fonte de pesquisa para escreverem outras palavras.

Atividades permanentes que uso

1-trabalho com o alfabeto
Todos os dias cantamos a parlenda suco gelado:
SUCO GELADO
CABELO ARREPIADO
QUAL É A LETRA DO SEU NAMORADO
A-B-C-D-E...... sempre apontando as letras no alfabeto que deve ser fixado acima do quadro negro.
Primeiro vamos na sequência e depois saltando. Cada dia um aluno vai apontar as letras no alfabeto para a sala ir falando.
Faço esse tipo de atividade até que todos sejam capazes de reconhecer e nomear todas as letras e saber a sequência alfabética.


2-Trabalho com o calendário
Trabalhamos o dia do mês
o ano
o mês
que dia ou mês vem antes ou depois de...
trabalhamos o clima desenhando, abaixo de cada quadrinho com o dia do mês, como está o tempo e no final do mês fazemos tabelas e gráficos: quantos dias chuvosos, nublados, ensolarados
Trabalhamos primeiro dia da semana, os nomes dos dias (é bom fazer um cartaz com um nome abaixo do outro na ordem, e fixar na parede, fazer também um de números com as escritas por extenso dos mesmos e um com os meses do ano - Esse material é necessário, eles usam como suporte para a escrita autonoma).

3_ Leitura pelo professor
3 vezes por semana eu leio, no início da aula, um livro, uma receita, um poema, uma música, ou seja, uso variedade textual, vários gêneros e autores. Cada vez uso uma estrátegia diferente para prender a atenção dos mesmos (mudo o tom de voz para cada personagem, faço mistério, deixo para ler o final depois, pergunto o que acham que vai acontecer depois de certa parte do livro (instigo de forma que leiam as entrelinhas, o implícito e o explicito). Faço também leitura por capítulos.

4 Leitura compartilhada
Faço duas vezes por semana. Os alunos acompanham a leitura na cópia que recebem. É bom trabalhar com textos de memória, cantigas, trava línguas...... Depois da leitura colam no caderno de texto ou outro.
Você também pode aproveitar o texto para fazer a leitura de ajuste onde pede para encontrarem e grifarem as palavras que vc pedir.

5- Roda da conversa
Uma vez por semana, com as cças dispostas em círculos, discutimos fatos ocorridos na escola, no bairro, no mundo. Falamos sobre sentimentos, sobre assuntos ligados à ciência, consumo, ética, convivência, fatos históricos...

6-Roda literária
Todo final de semana as cças levam gibis, livros ou revistas para leitura e para compartilhar o prazer da mesma com os familiares.
Então, na segunda feira , fazemos a roda literária onde os alunos fazem indicações do que leram. Leiam esse livro porque.. Eu indico esse livro porque... Ou não indico essa leitura porque.... Eles fazem um breve resumo da obra (oralmente)

7- Fazendo a contagem de alunos
Contamos as crianças que estão na sala e fazemos a conta, no canto da lousa, para descobrirmos quantos alunos faltaram.

O QUE ACHO IMPORTANTE TER EXPOSTO NAS PAREDES DA SALA:

ALFABETO SEM GRAVURAS - acima da lousa

CALENDÁRIO DO MÊS

OS DIAS DA SEMANA

MESES DO ANO

NUMERAIS E SUAS ESCRITAS

CHAMADINHA DIVIDIDA EM MENINOS E MENINAS NA ORDEM ALFABÉTICA E COM UMA FIGURA DO MENINO E UMA DA MENINA ACIMA DA FILEIRA DE NOMES

OS TEXTOS DE MEMÓRIA QUE VC FOR TRABALHANDO

AS LISTAS QUE VCS FOREM TRABALHANDO

ATIVIDADES QUE ACHO FUNDAMENTAIS NO TRABALHO COM ALFABETIZAÇÃO:

Escrita e leitura de listas (palavras do mesmo campo semântico. Exemplo: Tem na festa de aniversário (para oferecer pistas aos alunos de forma que façam antecipações de leitura por exemplo)

Leitura de ajuste de textos de memória (que são cantigas, parlendas, trava línguas, quadrinhas) Cante com eles várias vezes até que note que decoraram o texto.
Você lê apontando com o dedo na lousa, eles acompanham na cópia que eles tem.
Em seguida vc fala a palavra e eles precisam encontrar na cópia do texto que tem em mãos

Reescrita de textos de memória
Depois de memórizado o texto mediante cantar várias vezes o aluno vai escrever o texto.
Você pode trabalhar essa atividade com as duplas produtivas.

Reescrita de contos, ou reconto: Pedir, de início, que escrevam a parte que mais gostaram, que escrevam a cantiga que aparece no conto, que escrevam o início ou o final...
Ao trabalhar com contos procure relacionar junto com eles as várias formas usadas para iniciar um conto, para finalizar os mesmos, liste personagens, liste cenários, heróis, vilões... Isso será fundamental que quando produzirem textos de autoria e mesmo para a reescrita.
Esse traballho pode ser feito de diferentes formas: no coletivo (eles vão ditando e vc é o escriba, discuta com eles a melhor forma de escrever para deixar o texto mais bonito), em duplas produtivas ou individualmente. Depende de seu objetivo e do nível de conhecimento as cças.

Cruzadinhas e caça palavras (sempre no mesmo campo semântico, com ou sem banco de palavras de acordo com o nível de escrita de cada aluno) em dupla ou individualmente

Leitura e interpretação com autonomia Para alunos em nível silábico alfabético e alfabético

O QUE ACHO FUNDAMENTAL

Que os alunos tenham oportunidade de comparar sua leitura e escrita com a leitura e escrita dos demais e, para tanto, há que ter socialização de conhecimentos.

Que o professor trabalhe, o tempo todo, a auto estima, auto imagem, tolerância, virtudes, ética....

Que o professor faça intervenções pontuais durante a execução das atividades para que os alunos progridam. Perguntar se não está faltando ou sobrando letra por exemplo, pedindo que o alunos leia apontando com o dedo para ver onde está faltando ou sobrando letra, por exemplo.

Que o professor respeite o tempo e ritmo de cada cça.

Que o aluno veja no professor alguém em quem ele pode confiar, um amigo que o respeita e jamais o exporá diante da sala, não o comparará com outros, não causará nenhum constrangimento e lhe dará orientações importantes para que siga com confiança na construção de seus conhecimentos.

Que o professor consiga um clima de respeito, amizade e solidariedade na sala.

Que as atividadade não sejam voltadas para o siga o exemplo, para atividades infinitas de memorização ( recrimino a decoreba não o trabalho com memorização) e que tragam desafios que os alunos sejam capazes de resolver (não fáceis que ele faça sem pensar, nem tão difíceis que ele não consiga resolver).

OS CANTINHOS QUE CREIO IMPORTANTES TER EM SALA DE AULA

CANTINHO DA LEITURA: gibis, livros, revistas, textos impressos de forma geral (folhetos, propagandas...também) tudo separadinho de forma atrativa (tenho um expositor de revistas na sala, uma caixa com os livros e outra com textos variados)

CANTINHO DA GEOGRAFIA: com um globo e mapas que as cças podem manusear e também maquetes que eles produzem

CANTINHO DOS DICIONÁRIOS: onde eles podem pegar o dicionário para procurar palavras ou mesmo manusear e ler a vontade

CANTINHO DOS JOGOS DIDÁTICOS: onde eles tem acesso a joguinhos fabricados ou mesmo feitos com sucata por eles mesmos ou pela professora.

Eles usam os cantinhos livremente quando terminam as atividades ou quando necessário. Sempre precisam manter os mesmos organizados.

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Cristiane Watzeck


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25 MANEIRAS PARA CONQUISTAR OS ALUNOS


De acordo com uma pesquisa, apenas um a cada quatro alunos do 6o. ano ao ensino médio dizem que as suas escolas oferecem um ambiente acolhedor. Esta constatação é surpreendente !!!

Como podemos inspirar os alunos a mostrar empatia uns pelos outros, se nós falhamos em mostrar isso em nós.

Na verdade, nós nos importamos muito, porém nosso foco está centrado apenas no desenvolvimento acadêmico e acabamos por ignorar os pequenos gestos que demonstram carinho.

Interessante dizer que, o menor caminho para o sucesso acadêmico de muitos alunos é através dos seus corações. Eles não se importam com quanto nós sabemos, o que eles querem saber é o quanto nós nos importamos.

Aqui vão 25 dicas que, se praticadas diariamente, garantirão o seu nome no Hall da Fama junto aos Alunos, Pais e Direção da Escola.


1- Aprenda o nome dos seus alunos
2- Lembre a data de aniversário deles
3- Pergunte como eles estão e/ou como se sentem
4- Olhe nos olhos quando conversar com eles
5- Ria junto com eles
6- Diga-lhes o quanto você gosta de estar com eles
7- Encoraje-os a pensar grande
8- Incentive-os a persistirem e celebre os resultados
9- Compartilhe do entusiasmo deles
10- Quando estiverem doentes envie uma carta ou um bilhete
11- Ajude-os a tornarem-se experts em algo
12- Elogie mais e critique menos
13- Converse a respeito dos sonhos ou do que os afligem
14- Respeite-os sempre
15- Esteja sempre disponível para ouví-los
16- Apareça nos eventos que eles realizarem
17- Encontre interesses em comum
18- Desculpe-se quando fizer algo errado
19- Ouça a música favorita deles com eles
20- Acene e sorria quando estiver longe
21- Agradeça-os
22- Deixe claro o que você gosta neles
23- Recorte figuras, artigos de revistas que possam interessá-los
24- Pegue-os fazendo algo certo e cumprimente-os por isso
25- Dê-lhes sua atenção individual

Professor, esses 25 comportamentos traduzem a essência do que é criar um relacionamento baseado no Amor e não na nota bimestral.
Coloque em prática essas dicas e veja a mudança no comportamento dos seus alunos.

Roseli Brito
Pedagoga - Psicopedagoga - Neuroeducadora e Coach

Links pra baixar livros - ebooks

http://ebooksculturais.blogspot.com/2009/08/historias-para-pais-filhos-e-netos.html

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